Canela a sua ação na regulação da glicemia e a sensibilidade à insulina



Os compostos bioativos presentes na canela exercem um efeito anti-oxidante e anti-inflamatório, devido à sua composição por polifenóis, ácido fólico e flavonoides.


Os seus benefícios incluem a redução do stress oxidativo, associado ao desencadeamento de doenças degenerativas, cardiovasculares e cancerígenas, diminui os valores de colesterol LDL, conhecido como o “mau colesterol”. Tem também efeito termogénico que pode acelerar o metabolismo até cerca de 10%. Papel essencial no controlo da diabetes tipo 2, para além do controle no colesterol, diminui os valores gordura e glicose na corrente sanguínea, diminuindo assim a necessidade de insulina. A dose diária não é consensual, varia entre 1 a 6g, é recomendável a ingestão numa refeição rica em hidratos de carbono.


A ingestão concomitante de hidratos de carbono com canela parece melhorar a gestão da glicemia em resposta à refeição, contribuindo para o controlo do apetite. Ao contribuir para menores variações da glicemia, não há uma ativação dos mecanismos contra-regulatórios e estimulantes do apetite. A capacidade em lidar com uma carga de glicose aumenta substancialmente, reduzindo a necessidade acrescida de secretar insulina pelo pâncreas. Considerando que a hiperinsulinémia é um dos principais fatores que leva à resistência à insulina e eventual falência pancreática, é crucial estimular mecanismos que reduzam a glicemia e a necessidade de insulina endógena. A canela atua precisamente nesse sentido.


Por: Maria Carlos Marcelo: Nutricionista do clube de saúde Kalorias Seixal, membro efetivo da Ordem dos Nutricionistas nº1657N.

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